sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Obrigadinha mas não quero

(imagem da net)

Agradeço, de coração, a todos que vêm aqui diariamente ou quando lhes apetece ler as parvoíces aqui escritas.
Agradeço, de coração pela persistência desse acto.
Agradeço, de coração, a cada novo seguidor.
Epá, mas ter que levar com comentários de caracter "gay"...dispenso!
Respeito todos os gays deste país (???) e suas preferências de foro sexual, agora ter que levar aqui com imagens sobre esses temas...obrigadinha mas não quero.
Pela 1ª vez fiz bloqueio de seguidores e comentários...pf....se eu sabia que dava para fazer essas coisas.

Ah..e não sou púdica, apenas me dou ao respeito e gosto de ser respeitada.

Discriminação não

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Também preciso

(imagem da net)

Já sentiram que dão importância aos outros e que quando precisam não têm uma atenção para convosco?
Já sentiram que só dão e raramente recebem?
Não me refiro a bens materiais, a prendas, a nada monetário.
Refiro-me a atenção, a carinho, a amizade, a valores.
Refiro-me ao que mais prezo.
Eu sinto isso muitas vezes.
Sinto que estou sempre disponível para uma palavra amiga, para uma mensagem de ânimo, para um e-mail de "olá como estás", para um telefonema onde apenas pretendo que respondam a "liguei para saber como estás".
Sinto que tenho dois ouvidos sempre prontos a ouvir, sem julgamentos, sem perguntas, só para ouvir alguém.
Sinto que quando preciso não tenho esses gestos por parte de ninguém.
Ontem tive a prova que estava errada.
Ontem senti que também sou importante para os outros.
E é tão bom admitir que estava errada...

Obrigada pelos votos de melhoras.
Está  melhorzinha :)

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

A moment like this

(imagem da net)

Até pode ser porque não dormi, até pode ser porque estou preocupada com ela que passou a noite a vomitar (de hora em hora), até pode ser porque sinto o coração num tamanho microscópico tal não é a precupação, até pode ser pode tudo o referido, até pode e ser porque sou a mãe dela, mas a verdade é que chorei enquanto gravava finalmente os videos que tinha em modo esquecido no meu pc.
Revi a minha pequena-maior...e chorei de nostalgia, de orgulho, de sentimento sem descrição tal não é a grandeza do mesmo.
E sim...está doentinha...

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Epá, a sério

...não gosto de muito barulho. Ou melhor, depende. No trabalho detesto o rádio alto, para além de não ser o local ideal para ouvir rádio num tom acima do decibel normal irrita-me, desconcentra-me, gosto de música de fundo mas não de defunto.

...não gosto do silêncio. Ou melhor, depende. Se estiver só eu e eu até gosto, agora no trabalho não. Irrita-me. Porquê? Porque ouvimos as tripas do parceiro do lado, ou da frente.

Coisas ou dúvidas ou sei lá (versão 6)

(imagem da net)

Porque é que com algumas canetas a letra fica mais bonita?
Mais perfeitinha?
Mais rechonchudinha?
Mais desenhada?
Acho que estes tempo de formação pós-laboral me estão a fazer mal...
Não têm essa sensação?
É tara minha?
Ou mania?
Não se acanhem...eu não bato só resmungo e por vezes mordo!

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Uma questão de amizade: eu e o (meu) ego

(imagem da net)

Faz com que me sinta bem quando vejo este muito-meu-blog refenciado noutros.
Como se outros autores de blogues dessem uma possibilidade de ser visitada, lida, e quiça deitada fora de imediato, ou não!
O meu ego fica mais contentito quando vejo os seguidores a aumentarem.
Gosto...
É um voto de confiança, mais não seja pela pachorra que precisam ter para lerem o que escrevo ou o que grito, considerando que há dias em que nem a mim me aturo!
Obrigada pela confiança!
E melhores dias virão....prometo!
Vou só ali um bocadinho arejar, respirar fundo e volto um pouco mais renovada.

Obrigada filhas

A minha essência.
A minha pouca razão para sorrir.
É por vós filhas...
Obrigada por isso, porque assim como vos dei vida voçês devolvem-me vida e vontade para viver.
A imagem de cima...vêm?
É o que vejo ao espelho: um coração que, sendo meu, é vosso.
E por favor....nada de perguntas

Ajuda preciosa

(Imagem da net, desconheço autor)

A pequena-mais-pequena, com o seu ano e meio de entendimento, adora ajudar.
Vendo a irmã ajudar-me na arrumação de roupas, peço-lhe para colocar aqueles panos no cesto da roupa, na casa de banho.
Ela pega nos panos, vejo que vai em direcção certa, e como voltou de mãos livres agradeço-lhe com um beijinho e a frase "muito bem bebé".
Passados minutos a pequena-maior tem vontade de fazer xixi.
Nisto, ao chegar à casa-de-banho, chama-me.
Onde estavam os panos?
Onde?
No cesto da roupa?
Não....dentro da sanita!
Recado que é recado tem destas coisas!

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Lembram-se disto?



Da sugestão que referi aqui?
Recebi um e-mail e quer-me parecer que a sugestão foi aceite!
Prova que não ganhamos nada em estarmos caladas!

Aproxima-se Dezembro e...

...detesto ir ao supermercado porque dou e caras com estes maravilhosos


Eu sei, eu sei, os meus açucares e o meu colesterol batem palmas!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Arriscar?

(imagem daqui)

Por vezes gostava de ser autora de uma personagem de um conto.
Podia ser um conto infantil, onde iria arriscar em criar uma nova versão para a Bela Adormecida e inventaria uma outra maneira para entrar em sono profundo, ou acordar desse sono doutro modo sem que fosse beijada pelo príncipe.
Depois iria assistir ao desempenho dessa personagem junto dos mais pequenos.
Tirava a prova dos nove, se gostassem significava que tinha arriscado bem, se não gostassem rapidamente recriava outra, e outra, até tornar a nova Bela Adormecida perfeitanos sonhos das meninas.

Era bom que na vida real as coisas funcionassem assim.
Arriscavamos a nossa felicidade, se não funcionasse podiamos voltar atrás.
Escolhíamos o que queríamos ser como profissionais, se não nos sentissemos felizes rapidamente voltavamos atrás.
Há quem defenda que devemos agarrar as oportunidades que a vida nos dá de quando em vez com unhas e dentes, sem medo das consequências.

Não acho que seja assim tão linear.
Para toda a regra há exepção.
Acho que é esse o meu problema: penso muito nas excepções.
Mas não de todas porque, lá está, há exepções.
Pensando bem tudo na vida foi arriscado por nós, porque todos os dias são diferentes mas iguais num pormenor: não há modo devoltar atrás, o que arriscámos é consequência dessa escolha.

Não tem que ser mau.
Não tem que ser bom.
Se não arriscamos não podemos fazer balanços, por isso o melhor é ir arriscando, devagarinho, para termos um contrabalanço: motivação e tédio.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Lembram-se desta?

Falam, falam, falam e não dizem nada?
Também gosto desta: falam, falam, falam e não fazem nada.
Estou farta.
E preocupada.
Comigo.
Sinto que estou prestes a rebentar.
É que trata-se de uma década em tenho vindo a encher, comer, sem digestão feita de tudo o que tenho engolido, e...sinto que está para breve o basta.

Estado: no limite


(Imagem da net,
direitos autor desconhecidos por mim)

Sinto-me tão cansada que só me apetece chorar.
O que se torna curioso mas preocupante porque é raro chorar.
Acho que sequei as minhas lágrimas.
A luta entre o manter-me activa e o corpo/mente implorar por descanso está a deixar-me impaciente.
Dei conta disso há pouco, numa reunião em que predominou a minha impaciência perante conversas fúteis e mal dizeres de quem não estava presente.
Mas que raio...se não tenho tempo para dormir tenho que ter tempo para queimar horas em conversas sem rumo algum?
Sinto-me no limite, e não há grande solução à vista.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Pensamento ou Frase ou Questão

Se o leite com chocolate passa de 6% para 23% de IVA e o vinho se mantém a 13% podemos ponderar a hipótese de as crianças passarem a levar um pacotinho de Porta da Ravessa para a escola.

Boa?

Sobre o post anterior

Não sou de ficar calada, de deixar alguémsem resposta, tenho que me fazer ouvir, para o bem e para o mal.

Descobri um site criado pelo PSD que possibilita que o próprio cidadão indique ou sugira medidas de poupança.

Pareceu-me para já uma solução até porque as sugestões enviadas são, obrigatoriamente, analisadas pelo gabinete de estudos nacionais do PSD. Caso se verifiquem pertinentes as sugestões poderão ir à Assembleia.

Pode não dar em nada.

Pode não ter interesse para quem as analisa, mas sinto que não fiquei parada, até porque a insulina é caríssima para o Estado, e se o mesmo suporta esta despesa para com os diabéticos porque não tentar?
Vou transcrever a minha sugestão:

"Quanto custa ao Estado uma caixa de Insulina? E quantas pessoas (diabéticos) existem em portugal? E porque os desportistas utilizam a insulina para criação demaior massa muscular quando a finalidade da mesma É PARA DIABÉTICOS PODEREM VIVER?

Porque ADMITEM que a insulina seja tomada por não-diabéticos?
Como é possível as farmácias terem ruptura de stocks porque cidadãosquenão precisam dela para viver a tomam?
Expliquem-me sff
Se não explicarem façam o favor de resolver esta LACUNA.
Estimativa? Façam as contas do nº diabeticos e preço por caixa de insulina, logo vêm o que o Estado gasta com doentes crónicos, que afinal muitos não precisam dela.
Francamente...."


 Agora resta observar o que se segue...

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Revoltada, muito!



Tal como escrevi aqui digam-me se isto é normal?
Digam-me como é isto possível?
Como?

Mimo com cheiro primaveril


A querida Maria Teresa passou este selo, e como tal vou indicar 10 coisas que amo:

As minhas filhas (por elas vivo e por elas morro) e a minha família (porque sem ela não sou ninguém)
Os meus amigos (porque preciso deles)
A vida (é uma benção que tento aproveitar ao máximo)
As gargalhadas (soltas e sonoras próprias da minha pessoa).
Viajar (para todo o lado).
Música (exigo música no meu dia-a-dia).
Comunicar (de todas as formas que sei, escrita, falada, verbal ou não verbal).
Os meus blogs (este e este e ainda outro alojado no clube dos pais)
Café (xi...o que era de mim sem cafeína?)
Comida (sempre pronta a comer de tudo)


Passo este selo a:
Lâmpada Mervelha
Avogi
Belladonna
À minha primaça linda

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

"H" de Humor

(Imagem da net)

Defendem os entendidos que bom humor pode trazer inúmeros benefícios para nossas relações de trabalho e familiares, na medida em que diminui o cansaço, aumenta a produtividade, abranda o stress diário, proporciona maior fluidez das ideias e até decisões.

No nosso dia-a-dia (com o corropio dos horários, trânsito, agenda cheia, família, e muito mais) torna-se difícil manter o bom humor, e afirmo até que se torna prioritário manter o autocontrole emocional, cuidar da nossa auto-estima para não irmos abaixo, como se tivessemos uma bola na mão e por vezes essa bola manifestasse balanço em ir para trás em vez de ir para frente.
Não estou a dizer que temos que andar sempre com a auto-estima lá em cima, até porque isso é quase impossível, mas temos que fazer um enorme esforço para a controlar.

Sinto-me cansada, as noites não servem para dormir muito menos descansar, levanto-me cedo ainda de noite, estou todo o dia fora de casa, depois há dias que tenho formação até tarde o que faz com que chegue tardíssimo a casa, e lá muito trabalho espera por mim. Mas se há algo que prezo é o bom humor no meu ambiente de trabalho, até porque os meus colegas não têm culpa que esteja cansada, sem paciência, certo?

Mas há quem não pense assim.
Há quem assuma que a boa disposiçãono trabalho é sinómino de não faz niente.
Exemplo disso é o facto de em tempos ter sido convidada a mudar de gabinete ou melhor fui expulsa porque me ria, o que fazia com que perturbasse o bom funcionamento dos colegas vizinhos.
Mudei de pelouro convicta que eles é que estão mal porque a postura diária é de cara cerrada, chegam a estar pálidos e com cor baça por não existir ali nenhum pinguinho de bom humor (neste “eles” está incluído o patrão).
Continuo com bom humor, não ando sempre a rir mas continuo a passar as mensagens que passo diariamente com humor, porque acredito que desta forma elas são recebidas mais amistosamente e muitas vezes desviam a atenção do conflito da forma como é interpretado. E, acima de tudo, não tenho nada a provar porque o meu trabalho aparece feito, o que é muito importante.

Se sempre fui assim?
Não, mas a vida dá-nos lições desde que tenhamos mente aberta para as aprender.
Quantas vezes já desistimos de alguns objetivos por considerarmos só as dificuldades?
Quantas vezes conseguimos admitir que não olhámos com bons olhos e de forma positiva para um novo desafio?

Por vezes, e no momento certo, um comentário inteligente acompanhado com uma boa piada caem como uma luva.Obviamente que temos ter cuidado na escolha do momento e da piada...mas temos acimade tudo de ter cuidado em não nos tornarmos pessoas chatas e não confundir bom humor com falta de bom senso.

Pensem nisso...

"Através do humor nós vemos no que parece racional, o irracional; no que parece importante, o insignificante.
Ele também desperta o nosso sentido de sobrevivência e preserva a nossa saúde mental."
Charles Chaplin

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

(mais) Uma Pérola



Da pequena-maior:

Eu: Então como correu a aula de Inglês?
Ela: Pf....que seca...
Eu: Então? Tu gostas tanto...
Ela: Opá gostava mais da outra professora, era mais jeitosa!
Eu: Mais jeitosa?!?!
Ela: Sim mãe, falava mais rápido! Esta é uma seca! Pf....

Portanto posso conluir que no próximo piropo que ouça "Oh jeitosa" em vez de retribuir com um famoso pirete posso sorrir, afinal estão a chamar-me de mulher rápida, ou uma rápida mulher!

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Personalidade: Indefinida


Nunca tinha partilhado uma sala com uma pessoa cuja descrição é desconhecida.
Eu explico.
Todos conhecemos todo o tipo de pessoas, ou pelo menos já nos cruzámos com variadas personalidades.
Uns mais tímidos, outros mais excêntricos, ou manipuladores, ou agressivos, ou passivos, ou assertivos, assim como os simpáticos, ou antipáticos, ou agradáveis, ou por aí fora...
Mas...e quando estamos perante uma pessoa que não conseguimos descrever?
E se essa pessoa também não se conseguir definir?
Sim, se a própria pessoa não sabe como é?
Nunca tinha visto tal situação.
E confesso que é uma mistura de mistério e algum medo.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Às voltas com o Inglês



A pequena-maior adora a aula de Inglês!
Prova disso é ouvi-la cantarolar lá por casa: "vótes iór neime?" e ficar feliz por eu responder, em inglês, lá está!
E depois vem a lenga-lenga dos números: "úon", "", "firi", "fór", "faive", "six", "sében", "éit", "náine", "tén".
So what?

Procuro urgentemente


O fim-de-semana.
Não o que passou, porque esse nem o vi, mas o próximo, aquele que ainda está longe.
Quero abraços das minhas crias, quero gargalhadas, quero algum descanso.
Se souberem onde posso encontrar avisem aqui a Autora-dos-sonhos-sem-tempo-para-dormir.

Mais um selo


A Manuela presenteou-me com este selo, é uma querida!

Regras:

(1) Postar o selo

(2) Passar o selo a quem comentou o último post. Então cá vão as queridas contempladas:

Mãe(q.b.) ao Quadrado
Gira aos quarenta
Subterraneos da Alma
Beijinhos Embrulhados
Os dois pestinhas

(3) Comentário no respectivo blogue a avisar que têm um selo à sua espera

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Um questãozinha molhada


Mas porque é que sempre que chove a potes como está agora fico com a dúvida se tenho o carro com os vidros abertos ou não?
É que é sempre!
Não, não vou lá ver...

É uma questão de matemática, ou não?


If 2 + 2 = 4 e todos percebem esta técnica de adicionar números, quando estamos cansadas porque não dormimos, porque estamos a 1000 à hora e não está a ser fácil qual é a dificuldade em perceber que não temos paciência para futilidades que alguns acham que é importante, para eles?

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Mas que coisa

Se fazemos uma pergunta a outro alguém é porque queremos a resposta, certo?
Então porque raio respondem com outra pergunta?

Introspectiva pequenina

Todos os problemas têm o tamanho que lhes quisermos dar.

E por vezes resulta mesmo aplicar esta frase, mais não seja para fazermos de conta que o problema não é grande.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Ano & Meio de Renascimento

(imagem da net)

Há um ano atrás escrevi isto:
"Já passaram 3 anos e meio desde que a minha filha nasceu sem vida, sem choro....

Dois anos depois engravidei novamente e hoje tenho nos braços a minha Lu(z), que é a Luz também do pai e da mana mais velha.
Desde que nasceu a minha Lu(z) que sinto que nada em mim vai voltar a ser como já foi um dia.
E, pior ainda, mesmo partilhando outras histórias com finais iguais ao meu, não me sinto aliviada por não estar sozinha nesta dor da saudade...
Quer queiramos quer não nunca acreditamos que algo menos bom nos possa acontecer, é como se nos protegessemos só por acreditarmos que isto ou aquilo não irá acontecer, não connosco, e percebemos que é falsa essa necessidade ou sensação de protecção.
Todos os dias enfrento uma realidade que me corta ao meio, quando vejo na mesma sala que a minha N. uma menina que tem a idade que a minha princesa-anjo teria agora, e é horrivel aceitar que a minha princesinha não está nem estará nunca numa sala, muito menos na mesma sala que a irmã mais velha.
Viver depois da perda é aprender a sorrir com o coração partido em mil pedaços, é aprender a caminhar com uma saudade infinita no peito...
Sinto que fui abençoada...sinto que ainda não sei lidar com esta dor da saudade..."

No dia que escrevi este desabafo a minha pequena-menor tinha 6 mesinhos.
Hoje, 6 de Outubro, ela faz 18 meses e tudo o que escrevi há um ano atrás continua a ser sentido de igual forma.
Porque nenhum filho substitui outro.
Porque não há dia que não sinta que sou a mãe mais abençoada do planeta.
Mas também porque não há dia que não sinta a falta da minha menina-do-meio: a minha princesa-anjo.
Porque sou mãe dela.
Porque sinto a falta do abraço que nunca dei, do choro que nunca ouvi, da gargalhada que nunca aplaudi, do colo que nunca mimei.
Porque a vida continua e ensina-nos a sorrir mas o coração, esse, ficará eternamente partido entre a terra e o céu.

Para ti primaça e amiga


Agora consigo escrever.
Depois do susto, depois de saber que estás bem, consigo escrever, consigo pensar, consigo sentir-me bem.
Porque por vezes não sabemos o quanto gostamos das pessoas.
Porque nunca duvidei do quanto gosto de ti, mas essa certeza vem quando o mundo treme, por momentos, e me faz pensar no quanto és importante para mim, o quanto preciso de ti, o quanto preciso que permaneças na minha vida e na vida das minhas filhas. E o quanto elas te adoram!
Porque insistem em colocar pedras no teu caminho, tu insites em apanhá-las todas.
Inteligente como és fazes bem, pensa no castelo que já construiste com todas elas!
Porque acabaste de me dar a noticia que mais queria: ADORO TU!
E so por isso...obrigada!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Coisas ou dúvidas ou sei lá (versão 5)


Finalmente alguém ou algo que sabe descrever-me!
Fiz este teste e olhem só o que sabem acerca de mim:

Resultado para:

Gosta do seu emprego?

Trabalha por obrigação e, por vezes, até pode gostar da profissão. O problema é que não se sente motivada(o) e está consciente de que poderia ser mais aproveitada(o) e dar outro rendimento.

Lamento afirmar que está certíssimo.
Para mais acrescento que adoro aquilo que faço, mas sinto que não estou a ser aproveitada, sinto que tenho capacidade para mais e mais.
Mas sim...há dias em que é uma obrigação ter que vir.
Mas isso são outras questões...o trabalho propriamente dito simplesmente adoro.
Façam...vejam se bate certo convosco!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Coisas ou dúvidas ou sei lá (versão 4)

(Imagem da net)

No meu local de trabalho a maioria são homens (cerca de 100).
Dou-me bem todos.
Obviamente que tenho preferências.
Com muitos deles tenho mais uma relação de amizade do que trabalho.
O que adoro mesmo é ouvi-los falar acerca dos filhos.
Os olhos brilham.
O sorriso de orgulho estende-se.
As preocupações manifestam-se.
As dúvidas são compartilhadas.
O mesmo acontece com o meu marido.
Cada novidade é celebrada como única.
Afinal ser pai é um dom!
E sobre isso sinto que muitas vezes nos esquecemos, sociedade, deles: os pais.
Quando a mulher engravida é o centro das atenções e preocupações.
No momento do parto todos se precupam com a mulher e o bebé, e ninguém se lembra da angústia do homem ao lado da mulher, a suportar todo aquele momento tenso e novo, com o sentimento de impotência por nada poder fazer para ajudar a "parir", ou literalmente colado à porta do bloco operatório sabe Deus como se aguenta em pé.
Obviamente que por mim falo...se eu estava nervosa e aflita o meu marido estava em pânico.
Depois nasce o nosso bebé.
A preocupação e a atenção de todos é a mãe e o pequeno e fantástico ser que acabou de nascer.
E o pai?
O pai muitas vezes é esquecido, e é tão importante como a mãe!
Adoro ouvir um PAI falar do(s) seu(s) filho(s)!
Falem sempre!
É tão bom ouvir-vos!

A prioridade ou o tempo?


Para quase tudo culpamos ou desculpamos o tempo.

Quando temos à frente um assunto cujo interesse não é lá muito visível, dizemos prontamente “Não tenho tempo”.
Raramente dizemos “vou ver se consigo arranjar um tempinho” e, consequentemente, não pensamos no verdadeiro tempo que teremos.

Desta forma vamos adiando encontros, consultas médicas, aquela conversa que precisa ser esclarecida, aquele café, aquele passeio, aquele abraço, a dieta que adiamos para depois das férias, a caminhada a pé que fica para o próximo mês...

Adiamos!

Mas...será que depois vamos a tempo?

Aquela viagem, aquela troca de livro, aquela roupa que guardamos para quando formos sair será que nos vai servir quando chegar esse dia?

Eu não vivo assim.
Não penso assim.
Não sou assim.
Não adio conversas nem encontros nem abraços.
Eu dou-me importância, dou-me valor, e aquilo que é importante para mim eu dou permissão para que esse tempo apareça, dou-lhe prioridade.

Não posso mudar o que já vivi, o que já aconteceu.
Mas posso viver o meu presente como único e sim...especial!
Exemplo disso é sempre que chego a casa e sei exactamente o que tenho para fazer porque, naquela manhã não consegui deixar feito. Mas não me importo. Primeiro os abraços, os beijos, as conversas com as minhas filhas, as brincadeiras.
Primeiro está o brinde à vida, depois arranjo tempo para o resto se, lá está, tiver tempo....

Vejam Vejam

Vejam vejam, para onde vai o nosso dinheiro, vejam!
Uma ferramenta bastante útil, certamente, para a pesca!
A partir de agora, com um maquinão destes vamos ser um país (???) muito mais evoluido, muito mais rico, podemos ir à pesca do bacalhau, da faneca e por aí fora.
Por mim pescava era umas solhas na cara dos (des)governates deste país(???).
Fantástico!