domingo, 31 de julho de 2011

Escavacada

Pois é, parece que a Autora agora deu para ser elogiada, e prova disso foi ouvir ontem na própria casa que...estava muito escavacada!
Se gostei?
Claro que sim!
Aceito todos os elogios de bom agrado!
Alguns até agradeço!
Sinal que continuo a ser e não a parecer...logo a incomodar algumas pessoas.
Já ouviram aquele ditado que diz que a felicidade de uns mede-se com a infelicidade de outros?
Sou uma escavacada tão de bem com a vida!!!
Agora vou ali, brincar um bocadinho com as pequenas, vamos ver se estou à altura das peripécias!
Ah ah ah, muito bom!

sábado, 30 de julho de 2011

Curso de educação

Ou de como ser "boa mãe"...se souberem onde se ministra avisem, estou tentada a tirar um mestrado nisso!
Não vou, porque nem consigo, descrever o que são as minhas pequenas para mim, talvez o mais parecido seja mesmo dizer que são o meu mundo.
Mas educar não é tão fácil, ou tão óbvio como pode parecer...pelo menos a quem não é mãe/pai.
Confesso que elas andam insuportáveis.
A pequena-maior é dona da opinião, da razão, e diga-se de passagem que quando quer tem um feitio muito mau aqui podia entrar para a parte dos genes do pai mas não o vou fazer, lol.
Amua por tudo o que seja contra ao que quer fazer em determinado momento.
Não aceita um "não", não quer ouvir os motivos desse(s) não(s), e aqui há muito trabalho pela frente!
Neste momento está com o burro preso no sofá, nem me responde, mas assim como veio, esse burro, há-de ir embora.
A pequena-mais-pequena é o pedido feito aos céus, mas a dobrar. Muito pedi para que ao nascer o fizesse para que se ouvisse, alto e bom som, para ter a certeza que estava cá, com vida!
E pedi muito que fosse reguila, que não me deixasse descansar.
As minhas vontades foram, de facto, satisfeitas só que...a dobrar!
Sei que uma palmada, no momento certo, nunca fez mal a ninguém, mas não gosto de o fazer.
A pequena-maior nos seus 7 anos de vida apenas levou uma palmada minha, numa tarde em que estava muito trânsito e a avisei para não passar a rua sem mim, e ela...atravessou, e o carro conseguiu parar perto dela. Lembro-me que gelei, que corri, e que lhe dei uma palmada. E que essa palmada me doeu...muito.
Tenho receio de falhar como mãe, nesta parte da educação, de impor regras, limites...na verdade tenho muito receio.
Isto tudo porquê?
Porque acabei de duvidar...se agi bem ou não...

sexta-feira, 29 de julho de 2011

O dia ainda não acabou

Mas quero muito agradecer a todos os beijinhos, os abracinhos, os miminhos.
Admito que gosto muito de receber tudo isso, e prevejo que a tendência é sempre a piorar MAS há pessoas fantásticas, há pessoas tão fantásticas que conseguiram colorir ainda mais o meu dia.
Muito obrigada, e espero que fiquem sempre comigo...sempre!
Os meus amigos são os maiores!
Os meus amigos são os melhores do mundo!
Mas...há pessoas tão maravilhosas que me deixam sem palavras, ou com vontade de dizer tanta coisa que acabo por nada conseguir dizer, que sim...me fazem tremer de emoção!
Adoro-vos muito!
Tanto!

Recordações (tão) boas


Chayanne - Torero por shyhonestjosh

Só porque hoje ouvi esta música, enquanto conduzia.
Só porque quem me conhece sabe o quanto eu dancei isto, talvez há 9 anos atrás.
Só porque quem partilhou tantas noites de loucura, até de manhã, sabe o quanto eu massacrava cada DJ de cada bar para colocarem o "Torero".
Adorei ouvir...o Torero!
E hoje sabe-me bem, muito bem, recordar estes momentos, e logo à noite quem sabe, se não vou massacrar alguém para um merecido...Torero!
Tás preparada primaça?

Número Stormer

(imagem da net)

Já ouviram falar?
Pois eu também não.
Mas o número 35 é um número Stormer.
E pelo nome deve ser um número bom!!!
A partir de hoje e durante 364 dias o 35 acompanha-me!
Vá, agora é a vossa vez!
Como é?
Para a Autora não vai nada nada nada?
Quero muitos beijinhos de parabéns faxabori, que hoje o dia é meu e vosso!
Obrigadinha!

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Sugestão da Autora

Não, não é sobre sapatos, nem malas, nem calças, nem vestidos, nem tops, nem biquinis.
Também não é sobre receitas culinárias.
E também não é sobre destinos de férias.
É só mesmo uma sugestão de foro muito pessoal:
Quando, porventura, tiverem que falar ao telefone com um fanhoso (sim leram bem...fa-nho-so) nunca o façam em alta voz.
É que...é muito mau!

Defeito, aos olhos dos outros

(imagem do google)
Para mim é uma virtude.
O facto de gostar de mim.
Não engano ninguém mas também não me engano a mim própria.
Por isso não sou cruel.
Sou como sou, ponto.
E gosto, cada vez mais de mim!
Não sou o que querem que eu seja.
Sou aquilo que quero ser, no momento em questão, com as pessoas envolvidas.
Não faço fretes...temos pena.
Não me excluo de vontades, de ambições, por mais difíceis que sejam, vou lá, dou a cara, dou tudo de mim.
Privo-me de descanso para aproveitar as minhas filhas.
Fico a bater mal quando sinto que não tenho a paciência que merecem que tenha, porque elas não têm que desculpar o facto de a mãe estar 11 horas fora de casa e chegar cansada, porque a mãe não deve estar cansada para elas.
Ultimamente tem sido recorrente...a cabeça anda a mil, as noites são pequenas, do trabalho levo trabalho para fazer em casa enquanto elas dormem, e sim...não sou de ferro.
Por tudo isso e tanta coisa mais sou o melhor que sei e consigo.
Não para agradar terceiros...mas por mim.
Estou sempre disponível para quem me merece, para quem me faz falta.
Para quem me faz falta...

Juanes e Nelly Furtado



Para esta manhã...até porque com fotografias a vida fica mais completa.
Com elas podemos ter presente, mais ainda, quem está longe...

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Vamos atão a esclarecer, mais uma vez

E prometo...mesmo...não vou rir!
Ok.
Acho que consigo.
Então é assim, mais uma vez a Autora recebe mails a pedir "contactos" de programas televisivos.
Não percebo, devem andar a confundir-me certamente.
Então recebi este, no dia 25 de Julho, que vou fazer aqui um copy/past e já venho:


"Boa noite
Agradecia o contacto da Sra Romina da Madeira que esteve hoje no programa que descobre as doenças só com o olhar.
Eu estou doente e precisava urgente de falar com essa Sra.
alguém me pode dar o mail ou telefone da Tvi.
Obrigada"


Eu sei, eu sei...prometi não rir...
Mas demorei dois dias para escrever este post porque ia a meio e, lá vinha outra gargalhada.
Mas agora não!!! 
A modos que é assim, atão, aqui a Autora não tem nada a ver nem canais nem com tv´s nem com nada desse mundo.
Mas confesso que também queria conhecer essa Dª ou Sra Romina!
E da Madeira!
E que cura só com olhar!

Aventuras em casa - II

Elas andam sempre atrás de mim.
Se vou para a sala elas vão atrás, se vou à cozinha lá vão elas atrás, qual mãe pata e patinhos?
Ao ponto de querer tomar duche e elas não darem espaço para, sei lá, tomar duche!!!
Ontem sugeri que fossem brincar que ia de seguida brincar com elas.
Era só mesmo...tomar duche!
Boa?
Elas não têm meias medidas e eis que viram costas, de mão dada uma à outra, e dois segundos depois chegam com as cadeirinhas em ponto pequeno e sentam-se, de perna traçada e mãos apertadas...a olharem para mim!
O difícil foi explicar-lhes porque me estava a rir.
Não consegui!

terça-feira, 26 de julho de 2011

Ah...Férias...

(imagem do google)

Já ouvi falar!!!
Verdade!
Já ouvi essa palavra "férias", e já fui pesquisar no google o que significa, mas não contem a ninguém, é um segredo só nosso!
E afinal somos poucos, ninguém precisa de saber que a Autora andou a pesquisar acerca de coisas tão boas né?
Pois...por falar nisso tenho o telefone a tocar.
Agora não sei onde por o copo de café que fui buscar a correr.
Por falar nisso onde o hei-de pousar?
E o telefone onde está?
Ah...encontrei...afogado em tanto papel e pastas.
Por falar nisso tinha aqui a minha caneta e óculos...

Olhos na Imprensa - I

Não tenho dúvida de que o ser humano "mulher", quando quer, consegue ser muito baixo.
Esta história de que o antigo director do FMI, Dominique Strauss-Kahn, violou esta mulher já irrita, talvez por me parecer uma maneira, da parte dela, muito fácil e rasca de subir na vida.
Expliquem à Autora, como se fosse mais burra que o normal, como é que uma mulher pode provar que foi violada, sem vestígios de agressão?
Ou como consegue não provar que foi um momento consensual?
É, de facto, muito fácil acabar com a vida de uma pessoa que durante anos batalhou, certamente, para chegar onde chegou.
Por muito que se prove a inocência deste senhor...a sua auto-estima, a sua reputação foi embora, mais não seja pelas poucas pessoas que acreditam que o fez.
Digo eu...

segunda-feira, 25 de julho de 2011

A modos que é assim

A Autora é uma pessoa de fácil trato.
Não gosta de filmes entre as pessoas, não gosta nem joga ao jogo do diz-que-disse, e sinceramente tá-se nas tintas para os julgamentos inerentes a esse feitio de merda que tem.
Agora não andem é a dar "toques" através do face-no-book para aceitar amizades que não quer aceitar.
Há, de facto,os desconhecidos que não levam o "sim,aceito" simplesmente porque não os conheço.
Mas há os conhecidos onde a resposta é a mesma.
Porque a Autora tem estes devaneios também...mais conhecido por defeito.
Quando não dá...não dá!
E de nada vale abordarem-me na rua, quando vou espairecer o cérebro, e atirarem à cara "Vê lá se aceitas" porque entra a 100 e sai a 999.
E também de nada vale insistirem para um cafezinho ou chazinho ou nadinha com gelo porque...não tenho tempo!
Espero que quem de direito tenha percebido a mensagem.
Agora vou mergulhar em papéis....

Matiz...do arrependimento

(imagem do google)

O arrependimento faz parte, deve ser encarado como se encara uma derrota, vitória, erro, tentativa...
As lições que pode dar são muitas e podem sempre ser aprendidas, em todos os contextos, em todas as realidades,a todos os momentos.Umas vezes obriga a “abrir olhos” para o que não se quer ver, mas felizmente outras prova que vale a pena acreditar no que o peito insiste em não aceitar, em assumir como algo irremediável.
Estou arrependida, de facto, por não ter acreditado mais cedo, por me ter fechado de esperança.
Porque há arrependimentos que são porta para o chamado remediável, que não sendo bóia de salvação é garantidamente um suporte.

domingo, 24 de julho de 2011

Há músicas...

(imagem do google)

...que me dão a sensação que são escritas para mim.
Depende das circunstâncias, obviamente, mas nessas, ou aquelas condições em que me encontro soa bem interpretar as letras.
Comparo os compositores/músicos a escritores.
Por mais que se troquem pautas ou se ajustem acordes, por mais que se troquem linhas ou parágrafos há sempre a vivência pessoal retratada lá...em música ou escrita.
Há músicas que comunicam perfeitamente, entram no ouvido e contam-nos muitas coisas.
Há livros que ensinam, fazem pensar, fazem-nos questionar "mas eu já senti isto".
Para hoje, por ontem e a pensar no amanhã esta música, na voz de Mafalda Veiga, assenta-me bem:
"...Se a minha for por onde vais
Encher de luz os meus lugares ausentes
É que eu quero-te tanto
Não saberia não te ter...
"
Porque é a verdade, há luzes que nos enchem a alma, aquelas que aparecem sem esperarmos, mas que talvez sempre as tenhamos desejado...só não o sabíamos, não tinhamos como saber como radiavam surpresas tão possíveis, tão boas.
Porque viver com luz é muito bom.
É aprender a brilhar também, a ver cores...muitas vezes baças ou mesmo sem cor.
É...muito bom...

Brincadeirinha né...

O meu irmão organizou ontem um jantar de despedida dos seus 29 anos.
Que é como quem diz que faz hoje 30!
Não fui ao jantar, mas eram 22h quando me apeteceu ir beber um copo com ele.
Desafiei a minha mãe.
Levamos a pequena-mais-pequena, já que a pequena-maior tinha adormecido.
A minha mãe encontrou umas pessoas conhecidas que não via pelo menos há 15 anos.
O bom desse reencontro foi quando perguntaram à minha mãe se a minha pequena-mais-pequena era filha dela.
Adorei!
Nem a deixei responder, disse que sim, aquela era a minha irmã mais pequenina!
A minha mãe olhou-me com aqueles olhos de quem está prestes a devorar alguém, ou seja, a minha amostra de pessoa.
Mas foi tão bom!
Depois estivémos com o meu irmão, e apercebi-me que tenho que voltar mais vezes para uns copos com ele, é que...tem amigos muita giros!

sábado, 23 de julho de 2011

E depois há aqueles dias

Em que as aviso mil vezes.
À pequena-maior para não correr nas escadas.
À pequena-mais-pequena para não saltar no sofá, que pode cair com cabeça no chão, que aquilo não é para saltar, e tal e tal e tal.
Pois a pequena-maior só ouve com um decibel acima.
A pequena-mais-pequena ouve quando cai no chão.
Depois uma chora porque caiu, e outra fica ofendida porque usei um tom mais elevado.
É caso para dizer "temos pena" mas aqui quem usa bigode que por acaso acabei mesmo agorinha de o tirar sou eu!

Para alegrar esta manhã

~

Porque o que importa é mesmo o que há-de vir...o que há-de ser.
E aí sim, são pormenores com a máxima importância.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Ser eu é...

(imagem do google)

"Quando me amei de verdade pude perceber que a minha angústia e o meu sofrimento emocional não passou de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades. Hoje sei que isso é Autenticidade"
(Charles Chaplin)

Precisei de algum tempo para me descobrir.
Precisei de anos para assumir que o que penso e sou é exactamente a realidade de mim, é um jogo aberto entre "mim" e "mim", não há faces duplas.
Descobri alguns muitos defeitos, mas não desmoronei!
Tenho-os limado, aos poucos, para que se tornem menos maus.
Mas descobri qualidades também, e gostei!
A essas, às qualidades, não as ignoro porque acho que podem ainda ser melhoradas.
Eu sei, é um post um pouco "fora de contexto", mas não importa, sei o que estou a pensar e porquê.
Porque sim, prefiro que me detestem por ser eu própria do que ser amada pelo que querem que seja.
Não, obrigada!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Actual e nem por isso

(imagem do google)

Tenho um defeito entre muitos: quando estou com amigos, conhecidos, colegas, não gosto de falar mal nem de quem não está presente e muito menos não aproveitar o momento.
Acima de tudo gosto muito de me rir.
Hoje, à conversa com uma amiga, falávamos dos dissabores pessoais, enquanto mulheres, como seja o que não gostamos de nós próprias quando nos vemos, por exemplo, ao espelho.
Aquelas pancadas que mesmo que nos digam que estamos bem...não chegamos lá?
Exacto.
Isso.
Ela contava-me acerca da sua tendência para escolher modelos de calças que realcem o traseiro, pois segundo ela foi um pormenor esquecido pelos pais, quando a faziam!
Contei que não tendo grande vantagem frontal não sei se me fiz perceber tenho tendência a ser discreta, nada de decotes já que acho bonito sim em mulheres que o podem usar com motivos legítimos!!!
De repente, e talvez por estar em contacto com esta amiga, deu-me um ataque de riso, sozinha, onde ela apenas esperou que parasse de rir e...porque não, partilhasse!
E abri o meu baú de frustrações!
Mas sã como sou de espírito tenho que me rir...de mim!
Há uns anos atrás muitos um casal de amigos casou.
Um dia a Autora teve um furo na imitação de na universidade e foi arejar pelo centro comercial quando vê na montra "aquele" vestido.
Foi amor imediato!
Lindo o vestido!
Ora a Autora leva o vestido para casa, e decide não o experimentar porque era óbvio que ia servir!
E serviu só que...o decote não era bem vocacionado para mim...pois.
Felizmente sempre rodeada de amigas mais loucas que eu, ouve uma que me falou de um autocolante que enchia. Bastava encher tipo balão e...colar na mamoca!
Lá vai a Autora tratar da solução.
Chega o dia do casamento.
A Autora tinha tudo "no sítio".
Estávamos, eu e esta amiga, de braço levantado na mesa a fazer brinde aos noivos quando parei, espantada, e ela me pergunta:
-Tás bem?
-Tou...mas vazei a mama esquerda!

A partir desse dia aprendi: nunca andar na rua com o que não nos pertence!!!

A não repetir

Comprar calças para mim.
Recuso-me a acreditar estou a vestir aquele tamanho.
Cortei a etiqueta.
Para não ver.
Começo a perceber quem sofre porque não consegue emagrecer...mas pelo oposto.
Nem antes de ser mãe vestia um número tão...esquisito?
Vou  comer qualquer coisa...acho que preciso...

Quase Perfeito




Sabe bem acreditar que o tempo irá dar o tempo a que se tem direito.
Muito ou pouco.
O necessário...só.
"Sabe bem ter-te por perto"

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Lá por casa com a Pequena-maior

A pequena-maior é do mais desbocado que há.
Um dia destes chamei-a à atenção para não ir para a rua contar o que se conversa em casa.
Deve ter ficado a pensar na importância do segredo, algo fundamental, impróprio de ser contado!
Ontem, enquanto a tirava do banho, perguntou-me se podia contar-me um segredo.
Pediu que me baixasse, puxou-me o cabelo para trás e diz muito baixinho no meu ouvido "Gosto muito de ti, és muito linda mãe, e não acredites em mim quando digo que tás gorda".
Desatamos à gargalhada, eu disse que ok sim senhora, se era assim estava muito mais descansada!
Depois de vestir disse que para manter o segredo eu tinha que fazer uma coisa com ela, senão ia contar a toda a gente! Como podem ver tenho que ensinar o significado de chantagem...
Tinha que me descalçar.
Tinha que pôr música alta.
-Então...mas o que vou fazer contigo?
-Mãe, acredita em mim, tás a precisar de umas fléxias!
-Tou a precisar de quem?
-Fléxias mãe! Assim olha, vês?
-Ah...flexões!
-E pára de resmungar mãe!
-Não tou sequer a resmungar, tou a rir...posso?
-Não, nem podes inventar nomes! Flé-xi-as!!!
-Ah ah, ok...venham as fléxias!
-E a seguir prepara-te, vamos para os Bo-mi-nais!

Dia atribulado

Logo pela manhã na paragem diária para o meu fantástico café encontro a jovem que, em vez de me servir o café, está sentada no chão branca, a tremer, a dizer-me que está a sentir-se desfalecer.
Depois de lhe dar açucar e lhe picar o dedo passei testemunho ao namorado, que tinha acabado de chegar.
Na minha hora de almoço, na fila para sair do estacionamento sinto um estrondo, quando vou a ver era mesmo no meu carro.
Saio do carro e vejo uma jovem branca, a tremer.
Pensei "outra vez não"...
Sugiro que se acalme, já que se agarrou a mim a chorar, e pergunto se ela está bem.
Sim...tenho o carro um tanto ao quanto para o riscado e com a chapa para dentro.
Se fiz alguma coisa?
Não...chapa há muita, deixei de me importar com o que tem reparação.
E contacto dela fiquei?
Não...não gosto de mulheres!
Se sou puras das ideias?
Completamente sã!!!

Trilhos da vida

(imagem do google)

Não me assumo realizada.
Isso seria baixar braços, deixar de acreditar no que quer que seja, muito ou pouco.
Isso seria assumir que nada mais vou aprender.
Isso seria deixar de acreditar que o erro faz parte do caminho, seja norte ou sul.
Não me assumo uma heroína.
Isso seria assumir que já não tenho mais para conquistar.
Apenas assumo que prefiro tentar e errar a viver na incerteza se seria ou não o melhor.
Porque nunca sabemos o melhor para nós, mas se assumirmos as decisões tomadas como as melhores para o momento em questão...então são as melhores.
Porque pior que errar é alimentar o erro, é dar-lhe voz, é dar-lhe força.
Não me assumo nada que do que não sou.
Podendo não ter a certeza do que quero, tenho para já a certeza do que não quero.
E saber o que não queremos é saber olhar para nós, sem espelhos...

terça-feira, 19 de julho de 2011

Aventuras de uma amiga louca-III

Na noite de Sábado, como prometido, bebemos um copo, não demorado mas bom.
Estava a chover, muito frio e muita gente.
O grupo que estava a actuar estava no final da actuação, e com a batida de palmas diz-me ela:
-Olha, nós é que havíamos de estar ali!
-A fazer o quê? Nem sabemos cantar!
-Ah...nã sabemos, claro que sabemos! Não te lembras?
-Oi? Não me lembro não, mas...ai, não me digas que já cantámos!
-Então não cantámos? Naquela noite que o teu pai não te deixou sair, tínhamos combinado ir...
-Pf...qual delas?
-Opá aquela...
-Não tou a ver...
-Aquela que virámos uma garrafa de ponche, no teu sotão!
-Xi...pois foi!
-Sempre a encheste com água para por no sitio?
-Ah ah ah, claro!
-E...o teu pai descobriu?
-Descobriu! Disse que aquilo tinha prazado...mal empregue o ponche que o tio tinha dado!
-Mai nada! Bem feito para ele...tinha a mania olha..
-O que me foste lembrar, que noite!!!
-Pronto...e o que cantámos a seguir?
-Não quero recordar...juro que não!
-Olha merda para ti!
-Para ti também minha querida!
-Oh...dá cá um beijinho...

Aventuras de uma amiga louca-II

Continuação daqui
Mais tarde, como prometido, fui ter com ela.
Depois de mais saltos e abraços e declarações de saudade, ficamos ao corrente da actualidade uma da outra.
Quando disse que ia embora, diz ela:
-Não vás já...é tão cedo!
-É cedo mas vim do trabalho para aqui, vou até casa ver se as pequenas estão bem.
-Ah...mas voltas?
-Não querida, daqui a nada vou estar aqui de novo, vou descansar um bocadinho.
-Oh...
-Sim?
-Oh...
-Doida varrida, tenho que ir, passa cá amanhã, prometo que bebemos um copo.
-Não, quero hoje.
-Não...amanhã.
-Dasse...continuas casmurra gaja.
-E tu insistente! E linda! Continua assim...
-Anda lá...fica aqui...olha até tou a tremer! Até parece que tá frio!
-Tás a tremer? Não me digas que tás com medo de não aguentar amanhã um copo comigo!
-Tou mesmo a tremer...parece que é a primeira vez que vou às putas!

Sem comentários!
Precisava de escrever isto, para quando sentir saudades dela poder ler o quanto a adoro!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Constatação

O coração é mesmo poderoso!
Carrega tanto e nunca se cansa de encher com mais, e mais, e mais...

Olhos na imprensa

Segundo esta notícia este homem foi preso por deixar o filho trancado no carro, enquanto foi a uma casa de strip.
Se tivesse ido fazer outra coisa qualquer se calhar não era notícia.
Lembrei-me que no ano passado ia andando à pancada por causa de uma situação destas.
E atenção....a Autora nunca levou nem deu...
Uma mãe deixou o filho no carro, eram 3 horas de uma tarde de verão.
Estacionei ao lado do carro e ouvi o choro.
Tentei falar com ele, que chorava imenso, e tentei puxar o vidro para baixo pela brecha que tinha aberto.
Enquanto lhe pedia para falar comigo, vi um homem quem pedi que fosse ao supermercado chamar a parvalhona da mãe.
O homem foi e voltou para o pé de mim.
Fizemos companhia ao menino,que não parava de chorar assustado.
Vinte minutos depois aparece a ave rara da mãe.
Nem quis saber o que estávamos ali a fazer, desatou a gritar com o filho.
A Autora ficou com um síndrome qualquer na boca e desatei a chamar-lhe uns nomes bastante sensuais e próprios para a situação, ao que fui correspondida por outros e quando fui a ver o meu síndrome de boca tinha passado para as mãos...mas o homem ainda estava ao pé de mim, e fez-me recordar que não valia a pena.
Curiosamente cruzamo-nos no mesmo sitio, há pouco tempo...
Com este pai aconteceu o mesmo...prioridades! Há tantos assim por aí...

Desabafos (muito) meus - II

Depois há os momentos cujas palavras são essenciais.
Depois de ditas magoam, tornam-se cruéis por serem duras de serem ditas, e difícil digestão para quem as ouve.
Mas são realidade, e o real não está sujeito a transformações de ficção como no cinema.
Sendo realidade fazem parte...

Desabafos (muito) meus - I

Há momentos em que não tenho palavras, não tenho respostas, e por não ter remeto o meu silêncio, na tentativa de as encontrar.
Há momentos em que apenas o silêncio pode suportar tudo o que não se quer dizer.
Esses momentos, os de silêncio, são precisosos para amadurecer as ideias, as que estão lá guardadas num canto do nosso pensamento, mas por serem menos boas vamos adiando, como forma de escape pessoal, como se não as quisessemos acordar, mesmo sabendo que estão lá...adormecidas.
Porque o silêncio fala e muito bem, escuta, ameniza, chega até a perdoar.
Só preciso de tempo para esse silêncio.
Ou por outra, preciso de não desculpar a falta de tempo para ter esse tempo...o de silêncio.

domingo, 17 de julho de 2011

Aventuras de uma amiga louca-I

Tenho uma amiga de infância que em nada tem a ver comigo.
Nunca teve.
Nunca nos importamos com isso...sempre gostamos muito uma da outra.
No caminho em causa, decidi continuar os estudos, e ela decidiu experimentar drogas.
Continuando o caminho comecei a namorar e ela começou a roubar.
Durante anos perdemos contacto.
Porque não tinhamos como saber uma da outra, ela não vinha cá e eu nem sabia onde vivia.
Um dia deixei um recado num familiar, deixei o meu número de telemóvel e passados dias recebo uma mensagem não espectacular mas doida, tal como é e continua a ser.
Este fim-de-semana, distraída com as pessoas que apareciam e desapareciam, ouço a voz dela "Oh gaja como é...há aí um beijo para mim ou não?"
Saltei para cima dela, ela desata aos saltos comigo ao colo, e ouvimos "parecem maluquinhas", ao que ela responde sem papas na língua "Eu amo esta gaja! Amor eu amo-te tanto"...
Obviamente não ouvimos mais comentários acerca da loucura, de repente já eramos namoradas!
Adoro os amigos que tenho!

Para um final de tarde de Domingo



Porque nem sempre, com o sol à nossa frente, estamos de coração quente.
Muitas vezes temos um oceano à nossa frente.
Não quer dizer que não encontremos uma saudade, deixada por uns trechos de vida...a nossa vida.
Encontrei...e é uma sensação maravilhosa!

Sei que sou

(imagem da net)

"Eu sou aquela mulher a quem o tempo muito ensinou. Ensinou a amar a vida. Não desistir da luta. Recomeçar na derrota. Renunciar a palavras e pensamentos negativos. Acreditar nos valores humanos. Ser otimista.(...) Aprendi que mais vale lutar do que recolher tudo fácil. Antes acreditar do que duvidar."
(Cora Coralina)

Não sendo optimista por natureza, sou crente em muitas coisas.
Não é o mesmo, mas também um não invalida o outro.
Este fim-de-semana conheci um adolescente na XX Concentração Motard Motabout, evento anual que não abro mão por nada e participo desde sempre....e para sempre.
Com quase 15 anos disse-me que a paixão que tem por motas faz com que pratique freestyle desde os 9, paixão herdada pelo pai.
Dei-lhe os parabéns pela coragem mas lembrei-o que o cuidado nestas demonstrações não é demais, depois de ter contado as vezes que já caiu.
A resposta, seca e directa, foi que não tinha medo, que já tinha tentado o suicídio duas vezes, e que enquanto não o fizesse não descansava.
Apercebi-me da sua necessidade de atenção desde a primeira noite quando, ao entrar para trabalhar, me apercebo da presença dele a um canto e pergunto se precisa de alguma coisa. Respondeu que não, que estava apenas a olhar para mim. Achei cómica a situação e brinquei "então se estás bem deixa-te estar".
Mas no primeiro turno de Sábado ele lá apareceu de novo.
Eram oito e quinze da manhã, chovia e estava frio...o que estaria aquela ascenção a homem a fazer ali?
Puxou conversa comigo pelo menos três vezes. Altura que se deu a conversa acerca da vontade de se matar.
Disse-lhe que com 15 anos deveria ter outras vontades, outras preocupações, que não lhe ficava nada bem aquela conversa...morte?
Justificou que é para viver outros 15 anos iguais aos que viveu não quer viver mais.
Obviamente que a conversa continuou, mas não é meu objectivo relatá-la, apenas manifestar a minha tristeza perante realidades destas.
Ontem pelo fim de tarde foi embora e disse "obrigada, tem aqui um amigo para a vida"...
Aqueles minutos que lhe dei atenção serviram para que se aperbesse que existem outras coisas para pensar, talvez na gratidão...a que ele chama amizade!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

A vida, as voltas, os timings

"...É que há alturas na vida, em que as decisões não podem ser constantemente adiadas. Há que decidir e há que mudar. Existem timings, existem prazos de validade. E o que é hoje, poderá não ser amanhã. "
Autoria: GM

Assusta-me os timings da vida.
Assusta-me o facto dela, a vida, não pedir autorização para invadir o rumo ou realidade que julgamos como certo.
E aqui é uma grande trivialidade....
Se a vida não nos mostra novos ventos vamo-nos acomodando à que temos, não por termos medo de arriscar mas porque achamos que estamos bem.
Se a vida nos invade com fortes rajadas, desprevenidos, sem lugar para nos agarrarmos, sentimo-nos desprotegidos, de rastos, uns infelizes, uns inúteis.
Mas quando ela, a vida, num dia sem marcação no calendário, num dia sem definição horária nem de estação, nos presenteia com ar fresco, puro, que julgamos ser ar saudável, que nos dá vida e felicidade, ficamos apáticos, com medo, e acima de tudo ainda temos o descaramento de temer esses ventos.
Quero acreditar que quando o vento sopra...nem sempre é para piorar.

Encontros ocasionais

(imagem do google)

Acontecem ou podem acontecer a todo o momento.
Sendo ocasionais pressupõe que sejamos apanhados desprevenidos.
Hoje acordei ainda mais cedo que o normal.
Comecei o dia de trabalho mais cedo que o normal.
No meu insubstituível coffe break matinal, com as pessoas de sempre, fui surpreendida por uma cara nova, não sendo colega de trabalho é parceiro da empresa.
No meio de cafés e conversas ao acaso o suposto estranho abordou-me de forma directa, frontal, ao perguntar se andava a dormir bem.
Engolindo em seco, e desprevenida de resposta, afirmou que seria interessante se eu pudesse descansar.
Respondi que estava surpresa com a pergunta, e que as olheiras eram marca pessoal, agradecendo a preocupação dizendo que não era preciso assustar-se comigo.
Dizendo-me que não estava assustado terminou a conversa afirmando que "não são as suas olheiras, são os seus olhos que falam em silêncio e consigo ver que não está bem, e que tem que se cuidar o quanto antes...antes de ser tarde, e que o meu sorriso não disfarçava o que os olhos estavam a dizer".
Fiquei, e estou a pensar no que aquele homem disse, há segundos.
Porque é verdade tudo o que me disse.
Porque podemos rir, gargalhar, sorrir, manter a boa disposição para o mundo, mas se houver uma pequenina parte atenta aos nossos olhos conseguem ler-nos sem máscaras.
Pormenores com a mínima importância para uns, com a máxima para outros...

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Desiludida

(imagem do google)
Comigo.
Porque falho.
Comigo.
Prometi a mim própria que iria fazer da natação prática diária.
Porque é um vício bom que não quero deixar.
Mas não o tenho feito.
Porque os meus dias deveriam ter, pelo menos, 48 horas.
Porque não me dou tempo.
Insisto, teimo em colocar os outros como prioridade.
E são tantos outros...
São os outros da família, os outros das mesquinhices, os outros do trabalho que me ligam fora de horas e lá vou eu, ao pc de casa dar um ponto de situação, os outros, os outros, sempre eles...
E eu esqueço-me.
De mim.
Do que me dá alento, prazer, onde esqueço tudo o que não quero recordar e só é possível quando nado, sozinha, com música ambiente, onde olho para o relógio e nem dei conta do tempo passar, e ao sair de lá sinto uma leveza deliciosa.
Já decidi não voltar a prometer, para não ter que voltar a falhar comigo.

Sober



Porque tenho este lado...menos calmo (transcrevendo o que me foi dito, há pouco), que faz com que as ideias fluem e o trabalho corre lin-da-men-te!!!
Completamente viciada na Pink, entre outras coisas que para já....não interessam nada!
Whatever...

A máquina



Lindo!!!

Descobri...

...que tenho uma filha portadora de uma gargalhada mais pirosa que a minha.
E adoro!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Para ti

Que sabes que és.
Que me lês.
Daí.
Onde do longe se faz perto, onde sabes que de perto se pode estar longe.
Que és uma agradável companhia.
Entre monitores.
Um beijinho.

Não sei...

...lidar com a chantagem psicológica vinda de um ser fantástico que gerei dentro de mim, que dei vida, com apenas 7 anos, e que consegue derreter-me.
Aprendeu o meu número de telemóvel, e volta e meia agarra no telemóvel da minha mãe e liga para mim, dedinho nas teclas lá vai marcando os números.
Atendo e ouço um maravilhoso "Mamã tenho saudades tuas".
Tão bom.
Tão bom.

117, 116, mais coisa menos coisa

Apercebi-me que os "seguidores" aqui são 116.
Pah...fiquei a pensar, se eu aqui parasse tipo de para-quedas, a ler estas coisas sem jeito algum, será que voltava?
É que não consigo perceber quem tem paciência para me ler...
Já pensaram que estão a contribuir para o falso-ego de uma pessoa?
Ainda vão a tempo, por falar nisso houve já um desistente, e neste momento de 117 passei a 116.
Tão a ver?
Não a vale a pena...desistam lá de me ler faxabori!
Obrigadinha...

terça-feira, 12 de julho de 2011

Aviso

Com a importância que se quiser dar:
A todas meninas gajas que trabalham aqui na tasca sugiro que, ao sentarem-se na sanita, o façam no sitio adequado, sob pena de ter que mandar comprar um urinol para o wc das fêmeas.
Como é possível falharem um buraco tão grande?
Ah...já agora aproveito a boleia para pedir que quando acompanhadas do amigo mensal usem o plástico ou ditas embalagens para embrulhar o que, de seguida, deitam no lixo.
É que ninguém faz questão de ver todo o vosso interno ao manifesto.
São casos como estes que depois vêm para a rua, com ou sem vuvuzela, gritar aos sete ventos que os homens são porcos.
Estão a anos luz de serem meninas gajas assediadas...
Como é possível?

Para pensar


Sinto que muitas pessoas que me acompanham há anos não me conhecem.
Sei de algumas em concreto.
Ou melhor uma.
Mãe de uma amiga de adolescência, até hoje, disse-me noutro dia que tinha uma ideia completamente diferente daquilo que estava a ter, naquele momento.
Entre chávenas de chá pela noite dentro, numa esplanada cheia de gente, lá ficámos horas a fio a conversar só as duas, dando a sensação que nada mais existia...só a nossa conversa.
E concluí exatamente isto: muito pouca gente me conhece, sabe a minha essência.
Não culpo um motivo....mas vários muitos anos de silêncio, onde me era apenas permitido calar e aguentar.
Não, não fui alvo de qualquer tipo de violência física, mas psicológica, aquela que não deixa marcas visíveis aos olhos de quem nos vê, mas ficam cicatrizes na alma.
Já pensaram nisto?
Será que o que pensam relativamente aos vossos supostos amigos é verdade?

segunda-feira, 11 de julho de 2011

A utilidade dos inúteis, fórmula anti-matemática

Se a utilidade dos úteis é útil, a utilidade dos inúteis é só atrapalhar.
Mas se acrescentarmos o facto de um inútil ser burro, a soma da sua inutilidade com a atrapalhação que provoca é igual a perda de paciência.

Fonte: Autora de Sonhos, no seu melhor!

Desabafos (muito) meus

Tenho a cabeça cheia de coisas, coisinhas e coisonas.
Tenho a agenda do trabalho cheia de datas para cumprir.
Datas delineadas ao acaso por quem nada sabe da sua exequibilidade, mas diz o ditado que quem manda pode e na volta é verdade.
Tentar não custa, e é nesse lema que me tenho esmiuçado em mil.
Tenho uma série de intenções para cumprir, nada de extravagante, mas simplesmente e só descansar.
Sem ninguém.
Só eu e elas, as minhas filhas.
Sem horários, sem rotas, só com vontade de sair metros, quilómetros da nossa rotina.
Mas não posso.
Porque mesmo que tirasse uns dias não o podia.
Tenho que aguardar datas de outros familiares para tirar dias para poder ficar a assumir, mais um ano, obrigações que, como neta não me competem, uma vez que sou sim neta mas não mãe de uma avó.
E ninguém ousa pensar nisso, porque não lhes apetece ou simplesmente porque lhes dá jeito não pensar.
E preciso tanto de uns dias só para mim.
E custa tanto ninguém respeitar essa parte, a de que sou humana e não máquina, e até essas...as máquinas, volta e meia precisam de afinações para funcionarem.
Sinto-me rebentar pelas costuras.
Mas ninguém me vê para ter um pouco de descanso, sossego...
Sempre os habituei assim: a dar-lhes, sem contrapartidas, só a dar,a dar, a dar...tempo, atenção, ajuda, tudo de mim, sem que nunca dissesse que também precisava, de vez em quando, de parte de cada bocadinho do que dou, para me alimentar o ego, a alma.
Preferem dizer-me que ando chateada, como se ainda se sentissem ofendidos por não me ver com energia.
É que...só preciso de descansar um bocadinho.
Estarei a exigir muito?
Acho tão legítimo...é que era mesmo só um bocadinho...

Para uma pessoa linda!


Surpresa!!!
Porque hoje é o teu dia.
Porque hoje festejas mais um ano de vida.
Porque aprendi contigo a valorizar cada ano, cada mês, e sim cada dia.
Porque adoro-te muito.
Porque é um post lamechas, whatever...adoro tu!
Parabéns primaça linda!
Espero que seja um dia repleto de surpresas, mereces tanto!!!
Até já...

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Aventuras em casa - I

(imagem do google)

É estar a fazer a minha dolorosa depilação, e ter duas macaquinhas na assistência.
Sem espaço de manobra.
O tempo de concentração necessário entre puxar a cera e fazer o desconto do espaço entre a testa da pequena-mais-pequena à testa da pequena-maior, deixando ainda espaço para o meu braço e o puxão propriamente dito.
O tempo de discernimento necessário para avisar a pequena-maior a não espalhar as bandas, ao mesmo tempo que aviso a pequena-mais-pequena a não brincar com a máquina de cera.
Depois, se tiver a ideia brilhante de dizer "aí" tenho as macaquinhas a porem a mão à frente da boca, ao mesmo tempo, como quem diz "tadinha da mãe".
É isso...

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Inquietudes

Segundo o calendário estamos no Verão.
Acham que parece muito mal ligar o ar condicionado no quente?
É que tá um friooooooo!!!!
Já agora que acham da ideia de, uma vez que ainda não marquei férias de verão, agendar logo isso para os fins de Novembro?
Pode ser que haja calor, não?

quarta-feira, 6 de julho de 2011

O meu caminho de felicidade - II

Não sendo convencida, é ter a certeza de que os meus amigos são meus amigos.
Que podem passar meses ou anos sem nos vermos, que quando estamos juntos não há a marca dessa ausência, porque a cumplicidade está lá.
Que posso estar a sorrir para uma plateia de gente, mas se estiver lá um amigo sei que no fim me vai dizer "não estás bem".
Que posso contar com eles...os meus amigos.
Mais do que maravilhoso é ainda juntar as minhas filhas com os filhos dos meus amigos e serem também amigos, brincarem juntos, sentirem falta uns dos outros.
Ainda e também maravilhoso é ver fotos de todos nós, de anos e anos, e depois poder ter o privilégio de juntar fotos dos nosso filhos, em poses tão espectaculares como seja a boca de uns suja com sopa, o cabelo de outros  sujo de iogurte, e rirmos com tudo isso.
Não me considerando uma mulher sortuda, considero-me sem dúvida uma mulher abençoada!

O meu caminho de felicidade - I

Chegar a casa depois de um dia extenuante de trabalho, trânsito, calor, muitas vezes refeições à pressa, exausta mentalmente, e ser recebida em cada braço pelas minhas filhas.
Sentá-las na bancada da cozinha enquanto preparo o jantar e converso com elas, conto o meu dia, pergunto acerca do dia delas.
Depois de jantar dar uma voltinha a pé, com a desculpa de um gelado como sobremesa.
Chegar a casa e tirar a t-shirt da pequena-mais-pequena que está suja de gelado, dar-lhes banho, vestir pijaminhas e deitá-las sobre mim...enquanto adormecem.

terça-feira, 5 de julho de 2011

O amiguinho Alfa

"Olá! Eu sou o Alfa e vim de um lugar muito distante, o planeta Maquineta! Cheguei ao planeta Terra e estou à procura de amigos!
Quem quer ser meu amigo?
"



As pequenas deliram com o Alfa!
Este CD é muito giro para os pequenos, porque através das músicas podem aprender os números e as formas geométricas.
Tive o privilégio de ouvir todos os temas in loco, a voz é do meu amigo João Portugal, e há pouco tempo cantou para os sobrinhos e amiguinhos, onde estavam as minhas pequenas também.
Aconselho vivamente a conhecerem este trabalho.
E estou desejosa para chegar a casa, é que...tenho o CD aqui, pronto a fazer surpresa!

Dissimulados ou Hipócritas

(imagem do google)

Depois há estes vermes: os dissimulados.
Qual bactéria infecciosa?
Que ninguém subestime os dissimulados, esses sim aproveitam-se da nossa imunidade!
E lá está...quanto menor for a imunidade maior é o golpe, não no corpo mas na alma, aquele espaço só nosso sem marcas visíveis aos olhos.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Selos

A Nokas é uma querida, e passou-me estes dois selos:



Tenho que passar a 10 blogs, que são:
Aos meus últimos seguidores!
Boa?

E ontem...

...foi a festa de aniversário da pequena-maior.
Andou tão feliz!
Teve presente as amiguinhas que convidou, saltou, dançou, nem a chuva e o frio a fez desanimar.
Também a pequena-mais-pequena se divertiu bastante.
E eu, cansada como estava, estava de coração cheio por elas...tenho umas filhas tão felizes!

A arte de não vacinar

Provavelmente é um post polémico, mas considero que um pai/mãe que decida não vacinar o seu filho é um verdadeiro inconsciente.
Cada vez mais existem crianças que não são imunizadas contra virus, não são levadas pelos pais às vacinas, porque segundo eles é uma sobrecarga ao sistema imunitário.
Não posso discordar mais, quando está mais que provado que a vacina é para quê?
Talvez só proteger e imunizar o corpo para doenças graves e mortais.
Não consigo perceber quem pensa que está agir bem, não mesmo, quem corre riscos deste calibre...
E não...não respeito, é um acto negligente, a meu ver.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Depois há os sedutores

(imagem do google)

Que teimam em usar os olhos como arma para o efeito.
Que teimam em desviar o olhar, propositadamente, para locais indicativos de "Oh pra mim...sou muita bom e tou-te a olhar para as mamas".
Que teimam em sorrir com malícia, enquanto explicamos algo.
Que borram o esquema todo quando se levantam e usam calças até aos sovacos e sapatinho que faz mais barulho que qualquer salto alto de mulher.
Que...só para finalizar, enquanto desfila pelo corredor dos escritórios fora, vai a cheirar os próprios sovacos, a arranhar o cú e insiste numa piscadela de olho e comentário "Até à próxima".
É o que temos por hoje, aqui, na tasca do costume!

Auto-motivação

Sou perita!
Por isso, para que não me esqueça mais uma vez, e porque não uso agenda electrónica, cá vai um lembrete para a minha pessoa:

Vais conseguir.Vai resultar.Vais conseguir.Vai resultar.Vais conseguir.Vai resultar.Vais conseguir.Vai resultar.Vais conseguir.Vai resultar.Vais conseguir.Vai resultar.Vais conseguir.Vai resultar.Vais conseguir.Vai resultar.Vais conseguir.Vai resultar.Vais conseguir.Vai resultar.Vais conseguir.Vai resultar.Vais conseguir.Vai resultar.Vais conseguir.Vai resultar.Vais conseguir.Vai resultar.