sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Necessidades

Hoje sinto uma necessidade em especial: Rir!
É verdade!
Eu, Autora de Sonhos e ultimamente também me assentava bem o nome Autora de Pesadelos, tava aqui a pensar, hoje só com um neurónio já que ainda não dormi, e lembrei-me disto:
Imaginem que estão numa sessão qualquer de formação.
O formador manda uma piada.
Ninguém percebe ou, com feitio de merda como eu, percebe mas não ri...
De repente ele diz "Isto era uma private joke" e desata tudo a rir, qual plateia a aplaudir o leão que rebola no chão...
Descobri, portanto, que o segredo para se ter piada é esse!
Desculpem, foi uma private joke!

Para mim

Para que não me esqueça:
Eu, Autora, sou muito estúpida!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Olhos na Imprensa

Então o menino Ronaldo diz que "Assobiam-me porque sou rico, sou bonito e porque jogo bem. Só pode ser inveja, não encontro outra justificação".
Quero só corrigir, não um erro ortográfico mas um erro de pensamento, deste jovem.
É que a inveja de facto existe, e não é preciso ser-se rico para ser alvo de invejas, e também é verdade que jogas bem....agora bonito?
Bonito?
Não vás por aí...

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Rule #136


Enquanto há quem tenha tempo para maldizer de vidas alheias e, vidas desconhecidas, eu cá gosto mesmo é de viver a minha vida.
E hoje, na hora de almoço, com a companhia fiel de há 5 anos para cá, foi muito mas muito divertido.
Uma esplanada cheia de gente.
Namorados a partilharem gelados, empresários a ver agendas, estudantes, e nós algures numa mesa no meio de tanta gente onde apenas existia risos e gargalhadas.
Porque, lá está...rir da nossa vida é sempre rir de nós próprios.
Não percebo como há quem prefira gastar tempo da própria com...vidas alheias.
Ou será que é porque...não têm vida própria?
Pois...

Das pessoas

(imagem do google)

Porque há pessoas que podemos conhecer de vista desde sempre, julgando portanto não as conhecer.
Mas a vida encarrega-se de nos provar, aos poucos, que se calhar sempre estivemos próximas, se calhar não precisamos de muito tempo para...as conhecer, as aprender, as tornar especiais, sentir a falta delas para a nossa rotina, desejar que se tornem cada vez mais...presentes em nós.
Porque há pessoas que achamos que conhecemos, pela vivência diária, pelos anos de partilhas, e a vida também nos prova, aos poucos...que estamos longe.
O antigo muitas vezes é mais actual do que julgamos.
O actual muitas vezes está ultrapassado.
O antigo e o actual por vezes são um só.
Como se constata isto?
Basta abrir o coração....coração aberto é como a mente...dá e recebe.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Semelhanças modestas

Estávamos a regressar de um pequeno passeio.
A pequena-maior segurava a minha mão.
A pequena-mais-pequena segurava a mão de uma amiga minha.
Conversávamos as duas e elas, a espreitar entre passos nossos riam uma para outra.
Chegamos a casa e fomos as duas para o terraço, as pequenas sentaram-se no chão na sala enquanto preparavam mais uma revolução nos brinquedos.
Nisto ouvimos uma grande risada entre as duas.
Fomos espreitar e fomos apanhadas por elas.
Perguntei se queriam contar-nos a piada, ao que a pequena-maior responde:
"Ai mãe, a minha mana é tão gira, cada vez tá mais parecida comigo".

Por nada em especial, por tudo

(imagem da google)

Fico de coração  mais cheio quando vejo as minhas amigas de infância com as minhas filhas, ao colo, a brincarem, a rir, a aparvalhar.
Tenho essa sorte...manter as amizades de infância, manter os meus pilares.
Uma delas é muito beijoqueira, desde sempre.
Por vezes estou como ontem a fazer qualquer coisa e lá vem ela...aos beijos a mim, depois volta para junto das pequenas, e aí as pequenas correm, numa fantástica caça e fuga ao beijo...
Gosto das gargalhadas soltas que saem, quando estamos todas...
Tive um fim-de-semana recheado de momentos desses, e ontem foi a continuação dessas cumplicidades.
Gosto de simplicidade, em especial a simplicidade dos sentimentos...
Ou melhor, gosto de sentimentos puros, sem exigências, sem futilidades, sem nada que não seja isso mesmo: sentimentos.
Dizem que é raro...ainda bem que não concordo.