segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Playboy lunática

A Autora gosta de ler as notícias, e como sabem gosta de opinar.
Pois é...
Segundo o que consta aqui a Playboy tem um projeto muito...Lunático?
Trata-se de um clube de strip, não em ruas de Hollywood mas num canto qualquer no espaço, ideia ou projeto em parceria com uma empresa que vai criar um hotel lá, no espaço.
Para além do casino e de salas onde as danças são ousadas, este clube prevê também um restaurante com vista paronâmica para o planeta terra, isto sim é muito útil, assim é possível ver se o padeiro continua a deixar o pão à porta de casa!
Digam lá, não ficam felizes ao saber destas coisas?
Eu fico!
Pelo menos já ri bastante, fiquei foi com uma dúvida, será que lá há multibanco? Já viram se algum tripulante mais esquecido se esquece do dinheiro, como faz? Fica a meio caminho? Fica a meio do espetaculo privado de dança?
Agora a serio, pois porque pode não parecer mas ainda sei falar serio, estas noticias não deixam de ser preocupantes, até porque não percebendo nada disto de luas e crateras e naves sinto que já bem não basta o que andam aqui a fazer neste planeta, a esburacar tudo à procura de ouro e petróleos e afins, agora querem esburacar ou colonizar a lua?
Tudo bem, pelos visto há lá vida, e água, mas...é ainda um planeta morto!
Digo eu...com a mania de opinanços reles, mas deixem para já as meninas dançarem cá neste planeta, há homens que vão à lua à mesma só de as ver!

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Devo...preocupar-me?

A pequena-maior via um episódio daquelas séries parvas de adolescentes.
Então uma amiga desabafava, lá na Tv, porque o namorado não gostava mais dela, e por isso se sentia bastante infeliz, ao que ouço a minha pequena dizer para a Tv:
-Pois...deixa lá...somos duas...
Por segundos não liguei ao que tinha acabado de ouvir.
Quando dei conta da "coisa" perguntei-lhe:
-Mas...és infeliz? Ouvi bem?
-Sou mãe!
-Então mas...o que precisas então, para seres feliz? Queres falar com a mãe?
-Quero. Quero falar sim. Sou infeliz desde o ano passado!
-Possa filha...há tanto tempo! Mas porquê?
-Olha porque o Fábio foi para a escola dos grandes! Dahhhh
-Ah...o Fábio? Ok, sou mesmo dahhh, mas não sei quem é o Fábio!
-É o meu namorado!
-.....ah....
-Quer dizer agora já não somos.
-Porque ele foi para outra escola?
-Não, porque nem se despediu de mim....
-Sacana esse teu namorado...
-Não é não mãe, é muito meu amigo, uma vez agarrou-me no escorrega quando caí!
-Ah, pronto....muito mais descansada então filha.
-Pois eu estou infeliz à mesma mãe...

Querem ajudar-me a engolir sff?
Ou a fechar a boca já que ainda tou pasma?
Obrigadinha...

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Das pequenas ou do que me tira o fôlego

Eu sei.
Todos sabem, ou pelo menos já ouviram falar.
As crianças não param.
E, cá para nós, ainda bem!
As pequenas não são exceção e como tal...não dão descanso a nenhum santo, e como não sou santa também não dão descanso aqui à mãe.
Eu sei...a culpa não é delas, é da minha falta de calibração de pilhas que anda muito a negativo.
Logo pela manhã dar o pequeno-almoço à pequena-maior é uma aventura cheia de suspense!
Não quer isto, não apetece aquilo, depois decide que quer isto e quando vou a ver...já não quer.
Depois a parte do "vestir" que é um autêntico filme de ação.
A pequena-maior porque as leggings roxas têm que ser vestidas com a túnica não-sei-das-quantas e pouco vale dizer que a tunica está para lavar porque ignora o que digo, e quando ouve é porque ou viro costas ou subo o tom de voz.
Depois a pequena-mais-pequena acha que já percebe de moda e não é fácil convence-la a vestir aquela camisola porque ela acha que é a t-shirt ou a camisolinha de alças que está bom, já para não falar que até as cuecas escolhe.
Depois de chegarmos a acordo com a roupa vesti-la é como vestir uma minhoca, não sei se sabem como é mas devem conseguir imaginar....escorrega para ali, foge para acolá, e aqui a Autora faz mil e uma manobras para a vestir, umas vezes em pé outras deitada no chão enquanto acompanho as suas birras.
Quando vou a ver passa um dia...e o que fiz?
Para além do passeio com elas limitei-me a arrumar brinquedos, e canetas, e papéis, e tintas, e os meus sapatos que elas usaram para desfilar aqui em casa.
Se é bom?
É, muito bom aliás, mas também nunca soube de nenhum caso de morte por se descansar um bocadinho!!!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Livre(o)mente falando

Gosto muito de ler, o que faz com que volta e meia me distraia em qualquer livraria enquanto vejo as novidades.
Ultimamente tenho-me apercebido da crescente tendência para livros de auto-ajuda, de toda a espécie, desde caminhos para a felicidade, lições para se ser um lider, para até se ser uma mulher poderosa e deixar os homens “Ko”, caminhos alternativos a qualquer ginásio bastando ler dicas em como se ter um corpo perfeito.
Acho que todos já viram certamente qualquer livro desta natureza....
Já só resta esperar pelo livro que ensine o coração a escolher quem devemos amar ou nem por isso.
Por acaso...facilitava certamente muitas relações.
Este tipo ou género ou espécie de leitura faz-me um bocado de confusão, por nada em especial, até porque se trata de auto-ajuda, mas sei lá, existem fórmulas mágicas para nos tornarmos assertivos no trabalho se a nossa personalidade for uma nódoa para a assertividade?
Passamos a ser liders se sabemos que...não conseguimos assumir responsabilidades no nosso dia-a-dia?
Podemos passar a ser felizes se seguirmos à risca as tais 10 ou 100 pistas que vêm num livro?
E nas relações amorosas? Deixam de haver divórcios se seguirmos à risca a parte do “agradar” ou “compreender” ou “ceder” ou “deixar de dar opinião porque não se pode pensar diferente?” Ou passam a haver mais casamentos só porque é um livro que nos vai ensinar que a confiança e a sinceridade são a base ou pilar de tudo?
Para terminar este meu devaneio, sem fundamento algum, acho que hoje em dia nos procupamos mais em agradar os outros do que a nós próprios.
Hoje em dia não procuramos nada a não ser...soluções!
Prova disso é a quantidade absurda de pessoas cada vez mais frustradas, que se refugiam em atitudes lamentáveis, talvez reflexo de qualquer pista de livro não seguida à risca...não?

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Isto ou aquilo chamado Vida

A vida põe-nos à prova.
Diariamente.
Costumo ouvir esta expressão com mais frequência num contexto de tristeza ou frustração.
Mas estes testes a que somos sujeitos, di-a-ri-a-men-te, são para todas as situações.
Quando era mais jovem achava que havia coisas que nunca iriam mudar.
Em relação ao feitio ou personalidade, achava que nunca saberia dizer certas coisas de outra forma a não ser...daquela!
Pura ilusão...é sempre possível saber-se expressar sem...ofender.
Ultimamente tenho aproveitado algumas horas do que a internet tem ao dispor e eis-me em sites de, espantem-se lá, tintas!
Tintas!
Ando a "estudar" as cores, o efeito delas nas divisões da casa, as cores transmitem muitas sensações.
E eu preciso disso...sensações.
Sendo a nossa casa o nosso refúgio, o nosso porto de abrigo, quero mudar a forma como me sinto atualmente.
A minha cabeça parece um software qualquer de arquitetura, obviamente cheio de viroses ainda, mas sei que chego lá...chego!
Cores mais ou menos decididas quero mudar algumas divisões.
Quero que a minha casa seja o espelho do que sou atualmente...leve, mais tranquila e sempre um bocadinho mais feliz a cada dia.
Falei às pequenas desta necessidade, pedi sugestões, ao que a pequena-maior responde "desde que não ponhas o fogão dentro do duche é boa ideia mãe".
Por acaso, mas só por acaso, não tinha ainda pensado nisso...

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Eu, a Oficial Blogger mais querida...


...confesso, admito, estou convencida!
Agora para além de querida vão ter que levar comigo assim, neste estado lastimoso: convencida!
Muito, muito, mas mesmo muito OBRIGADA!!!
Vou ali sambar um bocadinho para festejar este prémio.
Ai...quem é que atura agora´?
É que...epá estou mesmo convencida!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Vontades

Por vezes sinto uma vontade repentina e quase consciente de...desaparecer.
Não para outro mundo, mas para outro planeta.
Não para fugir a problemas ou chatices, só para fugir da minha lucidez.
Lucidez...
Onde pudesse, por tempos, esquecer o quanto tenho que estar concentrada, presa à rotina, lúcida.
Imagino-me sem determinados "condicionalismos" ou será obrigações?
Se gostava que esta parvoíce que escrevi ali acima se realizasse?
Claro que não...mas soube-me pela vida escrever isto.